segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Futebol | Resultados das camadas jovens

  • NACIONAL

JUNIORES
1ª Divisão Nacional - Zona Norte

Jornada 08
Feirense 3x3 Chaves

Classificação:
6º / 10 pontos
12 equipas

Próxima jornada:
P. Ferreira x Feirense | 01 Outubro | 15H00

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INICIADOS
1ª Divisão Nacional - Série B

Jornada 05
Vila Real 1x7 Feirense

Classificação:
6º / 7 pontos
12 equipas

Próxima jornada:
Feirense x Penafiel | 02 Outubro | 11H00

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  • DISTRITAL


JUNIORES
1ª Divisão Distrital

Jornada 02
Vista Alegre 0x4 Feirense

Classificação:
1º / 6 pontos
18 equipas

Próxima jornada:
Feirense x Espinho| 01 Outubro | 15H30

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JUVENIS
1ª Divisão Distrital

Jornada 02
Feirense 11x0 Beira Mar

Classificação:
1º / 6 pontos
18 equipas

Próxima jornada:
Cesarense x Feirense | 02 Outubro

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INICIADOS
1ª Divisão Distrital

Jornada 02
Águeda 1x1 Feirense

Classificação:
5º / 4 pontos
18 equipas

Próxima jornada:
Feirense x Estarreja | 02 Outubro

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Rectificar erros para visita à Luz

Derrota com o Nacional deixou marcas e José Mota pede outra atitude frente ao líder
O plantel do Feirense gozou hoje mais um dia de folga após a pesada derrota (0-3) perante o Nacional na última jornada, e retoma o trabalho amanhã, começando a preparar a deslocação ao Estádio da Luz. Em principio, José Mota terá o grupo inteiramente à sua disposição tendo em vista o encontro com o líder do campeonato e, desde já, perspetivam-se mudanças no onze inicial. A resposta pouco produtiva que alguns jogadores deram no encontro frente à equipa madeirense será motivo para o treinador proceder a alterações.

in: jornal A BOLA

José Mota muda ao fim de três jogos

Treinador do Feirense deve apostar em Platiny no jogo da Luz

José Mota vai mexer na equipa, após três jogos seguidos a repetir o onze inicial. A exigência que a deslocação à Luz acarreta, aliada à pesada derrota na receção ao Nacional (0-3), leva o técnico do Feirense a redesenhar a estratégia na casa do tricampeão nacional para tentar voltar aos bons resultados.

Os erros defensivos cometidos diante dos madeirenses não devem passar em claro e, na frente de ataque, a mobilidade de Platiny poderá ser um trunfo para surpreender o Benfica, numa clara aposta no contra-ataque para um jogo em que o Benfica terá, naturalmente, mais posse de bola e uma maior vocação ofensiva.

O técnico dos fogaceiros concedeu dois dias de folga ao plantel, que apenas regressa ao trabalho amanhã, para preparar a visita à capital. O duelo entre Benfica e Feirense está marcado para as 16 horas de domingo.

in: Jornal de Notícias
R.A.S.

domingo, 25 de setembro de 2016

sábado, 24 de setembro de 2016

José Mota: «Isto aconteceu por erros nossos»

Treinador do Feirense diz que até o Nacional ficou surpreendido com tamanhas facilidades

José Mota, treinador do Feirense, em declarações na sala de imprensa, após a derrota frente ao Nacional, por 3-0:

«Estes resultados acontecem quando não somos iguais a nós próprios. Sabíamos que o Nacional gosta de jogar desta forma, aproveita bem os erros dos adversários, joga em transição, nomeadamente quando está a ganhar. É um adversário que tem qualidade individual e coletiva. Entraram fortes, mas um bocado por responsabilidade nossa. Não fomos agressivos. Deixámos que tomassem conta do jogo. O adversário tirou proveito desse espaço que concedemos e da atitude passiva. O primeiro golo poderia ter sido anulado por nós com facilidade, porque poderíamos ter tirado da área várias vezes. Depois tivemos uma reação, mas a eficácia do Nacional prevaleceu. Pensei que íamos entrar mais concentrados na segunda parte. E com mais dinâmica. Numa primeira situação existe logo o segundo golo. Errámos no segundo golo e no terceiro. São jogos em que o adversário, experiente, aproveita alguma ansiedade nossa. Serve de lição para percebermos que, em nossa casa, temos de ser muitos inteligentes para jogar com estas equipas que têm a experiência que nós não temos.»

«Deveríamos ter entrado de forma diferente. Por que foi assim? Vamos tentar perceber isso. O que aconteceu foi por erros nossos, coletivos e individuais. De uma e outra equipa prevaleceu a eficácia: eles foram eficazes, nós não fizemos. Paciência. Até o adversário ficou surpreendido com tamanhas facilidades.»

«Com o resultado em 1-0 temos uma grande penalidade. Mais uma que não foi assinalada. Era bom que percebêssemos esta dimensão, mesmo que não tenha sido por isso que perdemos.»

in: maisfutebol.iol.pt
 

Feirense 0x3 Nacional | Hamzaoui matou o jogo

O Nacional bateu o Feirense por 3-0 na tarde em que a Liga, que recentemente perdeu Slimani, ganhou um novo argelino matador. Hamzaoui foi figura maior de um triunfo claro e justo que vale aos madeirenses a segunda vitória seguida e interrompe o ciclo do Feirense: nunca os homens da Feira ganharam três jogos seguidos na história da Liga.

A história do jogo, essa, começou por ser escrita com o branco insultar, teve períodos de azul da casa, mas a partir do golo que mudou o jogo, já nada foi como dantes. Ou melhor, voltou tudo ao início, àqueles minutos de arranque em que o Nacional, mais atrevido, impôs a sua lei.

Com uma equipa mais forte do ponto de vista físico, e reforçada com César, um trinco improvisado que não vingou e saiu ao intervalo, Manuel Machado empurrou o Feirense para trás desde cedo. O músculo de Washington e a inteligência de Tiago Rodrigues chegavam para a luta do miolo. Os laterais ofensivos, sobretudo Vitor Garcia, à direita, criavam desequilíbrios. E o Nacional dominava.

Ameaçou Hamzaoui cedo, obrigando Peçanha à defesa da tarde, antes de Ricardo Gomes também perdoar em excelente posição. Dois lances que traduziam a tal melhor entrada dos homens do Nacional. Mas, como se disse, o Feirense conseguiu equilibrar. Ganhou força num cabeceamento de Rocha, após canto, que rasou a trave, e cresceu no campo. Esticou o seu jogo, passou a ganhar mais duelos e expôs a fragilidade de César para as funções.

O jogo ameaçava, então, mudar de figurino. O domínio insular era já uma recordação quando veio o lance que desequilibrou de vez a balança e desamarrou os visitantes. Um lance de génio do homem da tarde. Depois da bicicleta de Salvador Agra, contra o Marítimo, a bicicleta de Hamzaoui, contra o Feirense. O Nacional não tem ciclismo, mas, a julgar pelas últimas semanas, seria uma aposta a ter em conta…

Depois do lado artista, Hamzaoui mostra o de matador

É verdade que depois desse golo, sobretudo na primeira parte, o Feirense teve ocasiões para empatar. Semedo, o melhor do miolo da casa, desperdiçou, porém, a mais flagrante, na cara de Rui Silva.

E já no segundo tempo, com Aly Ghazal no lugar de César e o jogo mais controlado, o Nacional deu o golpe final. Os golpes, corrigindo.

Ambos por Hamzaoui. Primeiro, isolado por Salvador Agra, atirou rasteiro e colocado, desviando de Peçanha. Depois, sendo bem mais expedito do que Ícaro, roubou a bola ao central brasileiro e fez o terceiro. Jogo decidido por um homem só.

Com dois golos no espaço de cinco minutos (51 e 55), José Mota não teve poder de reação e, quando mexeu, já perdia por 3-0. Por outras palavras: tinha o jogo perdido quando começou a tentar mudá-lo a partir do banco. Não deu em nada, claro.

Entraram Platiny e Jean Sony, depois Fabinho. Nada resultou. O domínio fogaceiro foi sempre consentido pelo Nacional, a jogar com o tempo e o marcador e, ainda, reduzido a dez por expulsão despropositada de Bonilla, que entrara pouco antes para o lugar do homem do jogo, Hamzaoui. Dois amarelos seguidos, por desobedecer ao árbitro Jorge Ferreira e por palavras. Só não penalizou a equipa porque o jogo estava, no fundo, ganho já há bastante tempo.

Três pontos para o Nacional, que chega aos seis, todos ganhos nos últimos dois jogos. O Feirense tem mais três, mas já soma duas derrotas pesadas em casa, ambas por 0-3, frente a Moreirense e Nacional. Mesmo que, por ora, a posição na Liga seja desafogada, os homens de José Mota terão de pontuar mais no seu reduto. A pena pode ser capital, pois há sempre um Hamzaoui ao virar da esquina.

Destaques do Feirense

Semedo

O futebol tem destes paradoxos: Semedo até despediçou, provavalmente, a mais flagrante ocasião do Feirense, na primeira parte, na cara de Rui Silva, mas não deixa de ter sido o mais esclarecido dos homens da casa. Pecou ali, deu muito no resto do jogo. Processos simples e presença ativa na construção do futebol da equipa de José Mota. Não é à toa que o técnico gosta tanto dele.

in: maisfutebol.iol.pt

Como começou o Feirense
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Como terminou o Feirense
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Três vitórias seguidas será histórico

Nunca o Feirense, nas quatro presenças anteriores na I Liga, conseguiu três triunfos seguidos

José Mota tenta nova vitória

A receção desta tarde do Feiren se ao Nacional será também um encontro do emblema de Santa Maria da Feira com a própria história. Isto porque o Feirense, nas quatro presenças anteriores na I Liga – em que foi sempre despromovido – nunca conseguiu três vitórias consecutivas, algo que pode alcançar hoje se derrotar os insulares.

O melhor que o Feirense conseguiu fazer data precisamente da última participação no escalão maior do futebol nacional quando o conjunto, então treinado por Quim Machado, derrotou o V. Setúbal, na 27.ª Jornada, em casa, por 1-0 e, na ronda seguinte, foi a Leiria a golear por 4-0. Contudo, o Feirense perdeu os dois encontros seguintes e não conseguiu evitar a despromoção.

O Feirense vem de duas vitórias seguidas, ambas por 2-1, frente ao Tondela e no Bessa, com o Boavista. Para além de estar a fazer o melhor arranque de sempre da história do clube na I Liga, José Mota pode bater outro recorde. O triunfo perante o Tondela (2-1) iniciou esta fase com continuidade dada, na semana passada, com a vitória, pelos mesmos números, em pleno Estádio do Bessa, frente ao Boavista. Resta, portanto, ultrapassar a barreira madeirense para o Feirense, que não divulgou os convocados para esta partida, continuar a fazer história.

in: jornal O JOGO
 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Feirense-Nacional (antevisão): lógica invertida à prova

Recém-promovido Feirense tem o triplo dos pontos do Nacional, crónico candidato à Europa. Tendência para manter ou situação pontual?

O MOMENTO

FEIRENSE: Três vitórias em cinco jogos, duas delas fora de portas, fazem do arranque de campeonato do Feirense uma das surpresas da Liga. A equipa de José Mota vem de dois triunfos seguidos ambos pela margem mínima mas iguais a todos os outros em pontuação. Agora vem aí o Nacional, que tem um terço dos pontos somados, apesar de bem mais história no passado recente da Liga. Lógica invertida?

NACIONAL: Finalmente uma vitória na jornada passada. Depois de quatro desaires seguidos, a abrir, foi no dérbi da Madeira, contra o Marítimo que o Nacional viu, finalmente, chegar os primeiros pontos. Um balão de oxigénio que, agora, a equipa quer alargar na Feira. Vencer dois jogos seguidos seria, certamente, um ponto importante para uma reviravolta e um autêntico recomeço na Liga.

AS AUSÊNCIAS

FEIRENSE: Ruben Oliveira e Etebo estão lesionados.

NACIONAL: Witi e Cádiz estão lesionados.

A PALAVRA DOS TREINADORES

José Mota (Feirense): «Quando se ganha é sempre mais fácil preparar o próximo jogo e a sequência de duas vitórias trouxe mais confiança ao grupo e as semanas são encaradas com maior determinação. Este grupo compreende as situações. Não é eufórico nas vitórias e também não se esconde das derrotas e quer demonstrar que tem qualidade e competência.»

Manuel Machado (Nacional): «Por muito que se diga, as vitórias são sempre positivas e importantes, porque garantem um outro elã. Por isso, esta semana foi igual às outras, em termos de trabalho e planeamento, mas notou-se um ambiente mais desanuviado, porque houve um ganho de confiança, por termos ganhado o último jogo.»

OUTROS CONFRONTOS

O Feirense nunca venceu um jogo, em casa, ao Nacional, para a Liga. O Nacional nunca venceu um jogo, fora, ao Feirense, para a Liga. As duas são verdade porque este encontro só se realizou por duas vezes na história da Liga portuguesa e, em ambas, deu empate. A última vez foi logo da primeira jornada da Liga 2011/12 e o encontro terminou sem golos.

EQUIPAS PROVÁVEIS
Feirense

Nacional

in: maisfutebol.iol.pt